antiga balada italiana das tavernas
composição musical de ritmo lento mas alegre e expressivo, peça única, inédita, inteiramente a capela
folk italian balade.wav
Archivo de Audio Wave [2.4 MB]
taverna do manicômio
breve estrofe de uma música popular italiana de protesto que denuncia a corrupção da categoria dos psiquiatras italianos
osteria del manicomio.wav
Archivo de Audio Wave [250.0 KB]

Ser (algo ou alguem) mais feio que um psiquiatra cagando nas calças:
resultar alguma coisa ou alguma pessoa muito feia e desagradável como só pode sê-lo um psiquiatra defecando de forma involuntária ou em um lugar que não esteja destinado para isso.

 

Ser mais burro que o psiquiatra bêbado que para não perder os colhões os guardou numa gaveta: ser (alguem) muito burro, com escassa capacidade de discernimento. A expressão faz referência a um facto realmente acontecido, segundo dizem, na Itália. Um psiquiatra voltou a casa bêbado depois de uma noite de pândega e, ao dar-se conta que sua mulher estava lhe esperando muito zangada e com um pau na mão, decidiu fechar numa gaveta da cômoda os testículos, com a intenção firme de protegê-los de eventuais golpes e com as consequências que todos imaginamos.


Como a foda do Juarez, meteu um e tirou três: expressão que usa-se para indicar que alguem encontra-se numa situação difícil que causa contrariedade, desgosto ou assombro. Segundo narra a história, Juarez era um psiquiatra (provávelmente de origem italiana) que foi convidado a um festim orgiástico no qual participava também a amante dum famoso bispo. Depois de uns copos de bom vinho, o Juarez teve coito carnal com essa mulher que, como alguns referiram, tinha muita ousadia e "grande tamanho". "Meu Deus!!!" - exclamou o homem assustado depois de cumprir o acto sexual - "meti um e tirei três!!! Ou estou bêbado ou Cristo fez o milagre da multiplicação do caralho!!"


O remédio do Maresca - Rasina, que às pancadas chamava vacina: segundo a lenda Maresca - Rasina era um médico de origem desconhecida (provávelmente italiana) que quando não conseguia acertar com o remédio que mais podia convir ao doente, resolvia pegar-lhe pancada trás pancada  até ele ficar aniquilado. Às pessoas que lhe perguntavam o porquê dessa rara quanto bárbara terapia, o médico costumava responder:"Quando a doença persiste, é preciso espantá-la para que escape e não volte mais a afetar o corpo".

Existe uma variante do mesmo provérbio: "Acertar como o Maresca- Rasina que confunde caralho com vagina".


O assombro do Senhor Doutor ao descobrir que a rola não era regador (e ainda rego todos os dias!): expressão que usa-se para indicar que uma pessoa se assombra por algo que nota-se ou pode ser notado fácilmente. Segundo conta a história, o médico em questão era argentino de origem italiana e pretendia regar a horta urinando nela. Qual não foi a sua surpresa ao notar que as plantas se secavam rápidamente não obstante ele procurasse urinar com regularidade todos os dias. "E ainda rego todos os dias!" foi a sua exclamação de estupor, expressão que costuma-se aplicar para seguir insistindo na afirmação à maneira de estribilho.


A punheta do gladiador Maresca Sergiol , virgam in faucibus leonis inseruit, e se espatifou (ou seja, o último almoço do leão): fazer (uma pessoa) algo que vai além do permitido, ultrapassar os limites do natural, justo ou conveniente, atuar com arrogância, atuar sem moderação e sem pensar nas consequências que derivam da própria atuação. A expressão faz referência a um gladiador da antiga Roma que, segundo a lenda, depois de ferir de morte um leão com o qual havia lutado, não satisfeito, pretendeu masturbar-se com a boca da fera ao grito de "chupa-me já!" e com as consequências dramáticas que todos imaginamos.


Cantar como o pássaro sobre o ramo, a cara para cima olhando e o cu para abaixo cagando:

Expressão que usa-se para indicar que uma pessoa atua de maneira hipócrita, fingindo sentimentos e virtudes que não tem, pessoa que despreza dissimulando. A expressão descende de outra mais antiga:"deitar merda em cima e dizer que são flores de lima".


Ser (uma pessoa) mais puta que a mãe que cobrou ao feto o aluguel do útero: a expressão faz referência a um facto realmente acontecido, segundo dizem, na Itália. Uma mulher exigiu ao seu filho (já maior) o pagamento de uma grande soma de dinheiro por ocupar nove meses o seu útero. Segundo parece, a mulher em questão era psiquiatra.


A investida dissimulada do touro Cornalhão, que sem apontar sequer, ao toureiro arrancou nádega e colhão: a expressão usa-se para indicar que uma ação se levou a cumprimento com grande destreza ou habilidade e sem esforço algum. Segundo conta a história, numa tourada celebrada por ocasião das festas patronais, o touro lidiado ao ir correndo tropeçou, o tropeço causou no animal uma momentânea perda de equilibrio e um movimento brusco dos cornos que feriram o toureiro.

A ferida profunda na parte inferior do corpo, causou ao toureiro uma dor tão forte que desmaiou. Ao despertar, enfurecido, o homem gritou:"O mato a pancadas, se não for assim me corto a pica!".

Como acabou a história não sabemos, todavia temos uma idéia, pois em algumas zonas de Portugal há uma variante do mesmo provérbio que nos empurra a tirar tristes conclusões:"O falso tropeço do touro manhoso: ta cortas e ta comes num dia borrascoso".
Pequeno detalhe para os curiosos: segundo parece, o toureiro em questão era irmão de um psiquiatra italiano.


Cagou São Pedro nas nuvens e choveu merda: (coloquial irônico) fastidiar, causar uma pessoa enfado a outra, insistir numa postura molesta até provocar reacções que denotam irritação. A expressão costuma-se usar para indicar que há-de-assumir-se as consequências que derivam da própria actuação sem queixar-se.
Como advertência e admoestão: "cuidado, que São Pedro vai cagar nas nuvens", expressão à qual costuma-se adicionar, à maneira de estribilho, a seguinte:" e se chover merda, Cristo não limpa"

Atuar segundo o protocolo do doutor Gaglio - "não sei fazer um laço" , à tua medida e se não couber te corto um braço": atuar uma pessoa de maneira néscia e obstinada, pouco acertada, que causa mal, dano ou prejuízo a alguem, dar-se conta do erro e seguir insistindo. A expressão faz referência a um facto realmente acontecido, segundo parece, na Itália. Um psiquiatra subornado aplicou um tratamento farmacológico ilegal (fora de comércio) e daninho a um paciente perfeitamente são e sem lhe informar.
"Gaglio" é uma contração da palavra lusitana "gagalio" (tonto atado) e é o apodo com o qual o doutor em questão passou à história.

Gagalio, por sua vez, é uma palavra que se criou por etimología popular ao associá-la com "gagá" (velho imbecil, chocho, tonto) e liar (atar, assegurar com uma corda), pois em algumas aldeias italianas costumavam atar os velhos com debilitadas faculdades mentais à latrina para que defecassem sem cairem.

 

A emenda de Montela, cagas o pau tu, ele e ela (cura venit ad merdam): A expressão usa-se para indicar que uma pessoa atua de maneira errada e obstinada e sem ter presente o sucesso adverso alheio para evitar a mesma sorte.
Este provérbio descende diretamente do provérbio anterior. Segundo fontes acreditadas, depois do fracasso o doutor Gaglio terminou a sua carreira médica e voltou a criar gado. Lhe sucediu outro médico cujo apodo era Montela. Montela, "opibus elatus", tratou de corrigir os erros do seu predecessor cometendo outros erros e perseverando neles.
Montela é palavra lusitana e significa "pessoa depravada, pervertida, que tem uma conduta sexual que se considera fora do moralmente aceitado", se criou por etimologia popular ao associá-la com "montar" ( copular um animal macho com uma fêmea) e "ela" (pronome pessoal de terceira pessoa do singular em gênero feminino), pois o médico em questão costumava ter relações sexuais com uma cabra que o mesmo Gaglio tinha lhe oferecido.

 

Converter-se em diretor como o italiano veadão, com o caralho do cura na mão: chegar a ser alguem certa coisa que antes não era repentinamente, chegar a ocupar alguem um cargo de grande importância ilegalmente, por recomendação de alguma pessoa moralmente corrompida. A expressão faz referência a um facto realmente acontecido, segundo dizem, num povoado do sul da Itália. Um médico converteu-se em diretor de um hospital - sic et simpliciter - por intervenção eclesiástica. O cura em questão costumava oferecer favores políticos em troca de favores sexuais e podia contar com uma rede de cúmplices sem igual.
Dessa expressão procede a parémia "mijar como o cura italiano cuzão, com o caralho em alheia mão".
No norte de Portugal existe outra versão do provérbio: "O caralho do cura na mão bateu, e no cu o do ateu", pois segundo fontes o diretor teve de comprar o silêncio de um funcionário de ambiguas tendências sexuais.
No sul de Portugal é muito difundida a versão:"pode mais o caralho do cura que o cetro do rei".
Sacerdos virgam perdit, vitium non item, diziam os antigos.


Ser mais ambíguo que as cuecas do Galvão: os colhões do Alfredo, o caralho do Sergio Maria e a porra da agrupação coral
A expressão aplica-se para indicar que uma pessoa mantem uma postura ambígua e desonesta com o fim de enganar e mascarar alguma coisa, actuar uma pessoa para que algo não se manifeste ou não se aprecie como é na realidade.
A expressão faz referência a um facto realmente acontecido - segundo dizem - na Itália. Três médicos - psiquiatras - estiveram a usar cobaias humanos em seus experimentos durante 40 anos e, podendo contar com alguma protecção política, conseguiram enganar as autoridades e eludir qualquer responsabilidade no referente à questão. Uma paciente, também submetida a tratamento farmacológico experimental, deu-se conta do que estava acontecendo e resolveu denunciá-los. Os médicos, assustados, tentaram ocultar suas identidades proporcionando nomes, apelidos e números de telefone falsos e cada vez diferentes. Além disso, segundo conta a história, os médicos haviam já usado a técnica do "intercâmbio de identidade" em outra desagradável ocasião. Os três italianos costumavam frequentar a mesma mulher- "rara e morbosa solidariedade devida a transtornos da esfera sexual (síndrome de Galvão) ", como mais tarde afirmou um psiquiatra de Setúbal que estudou o caso - e num encontro galante a mulher em questão ficou grávida. Quem foi? O caralho do Sergio Maria, os colhões do Alfredo, a porra do Galvão ou a da agrupação coral? Obviamente nunca soube-se.
No sul de Portugal costuma-se usar a seguinte expressão como advertência e admoestação: "Não vistas as cuecas do Galvão, que vais acabar nu e cheirando a merda"
Na ilha da Madeira usa-se a expressão:"Ser mais puta (uma pessoa) que as cuecas do Galvão" e na região de Lisboa:"Estar (um espaço, um local, um lugar) mais abarrotado que as cuecas do Galvão".

 

 

Webfetti.com