Sou Cintia Anabela del Solar, de nacionalidade portuguesa e cidadania espanhola,  levo 40 anos vivendo aqui na Itália contra minha vontade e sob falsa identidade. Atualmente vivo num apartamento - que se configura como residência psiquiátrica - situado em via Solfatara 70/72, cep. 80078, Pozzuoli (Napoli). Um psiquiatra subornado tem emitido falso diagnóstico e tem me aplicado um tratamento farmacológico psiquiátrico ilegal (fora de comércio há muito tempo) durante 15 anos de seguida sem meu conhecimento, servendo-se da ajuda e cumplicidade de assistentes sociais corruptos e de católicos voluntários de varias associações humanitárias.
 
Nascí na Italia, Pozzuoli (Napoli) em 1965, de pais italianos que não me quiseram e me colocaram, recém-nascida, num orfanato em Pozzuoli. Nesse orfanato me atribuíram o nome de Maria Esposito. Aos 6 meses fui violada por Raffaele Russo, um cura pedófilo que administrava o orfanato. Raffaele Russo foi denunciado mas, alguns assistentes sociais corruptos, para salvar o cura pedófilo, declararam o falso, ou seja que Maria Esposito morrera por causas naturais e retiraram a denúncia. Acto seguido, me colocaram numa casa de acolhida para crianças abandonadas em Galiza, norte da Espanha nos confins com Portugal, declararam que nascera em Malhadas de Miranda do Douro, me registraram no cartório civil e me entregaram uma nova identidade, a de Cintia Anabela del Solar de nacionalidade portuguesa e cidadania espanhola, ou seja minha atual identidade.
 
Viví na Galiza três anos aproximadamente, ao cabo dos quais tive que regressar a Itália (não sei por que motivo), onde alguns assistentes sociais corruptos (os de sempre) junto com um psiquiatra subornado montaram, sob sugestão do mesmo cura pedófilo, minha falsa doença mental”. No complô, em troca de lauta recompensa, participaram muitos, praticamente todos: parentes naturais, voluntários pródigos, e o rebanho numeroso dos militantes (“doadores generosos” de paz e consolo) de várias associações católicas.
O psiquiatra emitiu falso diagnóstico e me internou num hospital psiquiátrico infantil onde sofri todo tipo de violência e tortura. Aos 4 anos me aplicaram a Cerletti (eletro-choque para os profanos), me induziram o coma insulínico e me aplicaram vários tratamentos farmacológicos tóxicos e devastadores. Cabe evidenciar que, por causa de uma dose errada, o coma insulínico se prolongou mais que o previsto e ao coma seguiu a morte: sou uma sobrevivente, morri durante 10 minutos e voltei a viver por um daqueles fenômenos que a ciência médica não consegue explicar.

Ao internar-me, o psiquiatra tirou-me minha identidade (Cintia Anabela del Solar) e entregou-me uma identidade fictícia (Renata Caponi) e documentos de identidade falseados. De facto, Renata Caponi de nacionalidade italiana, nascida em Pozzuoli dia 17/06/63 não existe, não é sujeito jurídico, não está registrada, existe sim Cintia Anabela del Solar de nacionalidade portuguesa, nascida em Malhadas de Miranda do Douro dia 15/03/1965.
 
Depois de sair do hospital psiquiátrico, me colocaram num orfanato em Carpi, província de Modena (Emilia Romagna), norte da Itália. Tinha 5 anos.
Aos 11 anos fui entregada aos cuidados da minha família natural que recebia uma contribução estatal e privada (dinheiro do cura pedófilo) para hospedar-me. Minha família natural nunca me reconheceu legalmente.
 
Hoje em dia tenho 44 anos e vivo só num apartamento que me emprestaram os servicios sociais italianos (que “identificam as necessidades do assistido e coordinam as ajudas necessarias”, tornando-se às vezes, e só caso que a situação o requeira, cúmplices de crimes) para que o psiquiatra subornado me aplicasse o tratamento farmacológico tóxico e ilegal sobredito, o apartamento - situado em via solfatara 70/72 cep. 80078 Pozzuoli (Napoli) - faz parte de um edifício privado e se configura como residência psiquiátrica.

Levo 40 anos vivendo na Itália com documentos de identidade falseados, defraudada nos meus direitos de ser humano e numa condição de escravidão inadmissível num país que, como Itália, se proclame democrático.
Também fui à polícia para denunciar o abuso e a violência que estou sofrendo mas me boicotaram assistentes sociais zelosos que mostraram ao funcionário do escritório meu falso certificado de doença mental com a obvia consequência de que ninguém me prestasse atenção.
 
O psiquiatra subornado tem me aplicado esse tratamento devastador e ilegal durante 15 anos de seguida sem meu conhecimento, às escodidas, usando os ardis mais cruéis e criminais, e servindo-se da colaboração e cumplicidade de assistentes sociais corruptos, de colegas médicos sem consciência nem ciência e de católicos voluntários de várias associações humanitárias.  O psiquiatra subornado – que nunca tem falado comigo, nunca tem me visitado – se nega a me dizer que tratamento tem me aplicado e para curar que “pressuposta” doença mental. É supérfluo recordar que o direito à saúde e à informação é sagrado e inviolável.
Meu historial médico e minhas impressões digitais se encontram no Centro de Higiene Mental de Pozzuoli (Rione Toiano), mas o muro de "omertà" (lei do silêncio) me impede aceder a qualquer tipo de informação. Levo anos tratando de falar com o diretor do centro Alfonso Gaglio, mas o diretor se nega a um confronto.
Os psiquiatras com os que consegui falar - Alfredo Dama, Sergio Maria Maresca e Gemma Trapanese - negaram que estivessem a me aplicar um tratamento farmacológico e tentaram convencer-me, instrumentalizando de forma sinistra e mesquinha situações dolorosas do meu passado, de que os sintomas que padecia se deviam a uma fantasmagórica doença “psicossomática”: psiquiatria mafiosa.

Também me dirigi ao Instituto Basaglia para a defesa dos direitos do paciente psiquiátrico no Brasil (visto que aqui na Itália o muro de “omertà” é indestrutível) para denunciar o acontecido, telefonei numerosas vezes, enviei muitos emails e até um telegrama, mas nem sequer se tomaram as dores de me responder. Me ignoraram: psiquiatria “democrática” mas suficientemente tirana e mafiosa como para entrincheirar-se detrás do muro de um prudente silêncio.
Assinalo, no caso que possa ser de alguma utilidade, o endereço da página web que tenho consultado a respeito:
http://www.ifb.org.br/sos.htm

Tentei muitas vezes pôr-me em contato com algum consulado espanhol e português (tenho nacionalidade espanhola e cidadania portuguesa) naturalmente sem conseguí-lo; qualquer tentativa de comunicar com o mundo exterior não chega a bom fim porque estou vigiada e controlada e tenho o telefone interceptado, sob escuta.
Nem sequer sei se alguem vai ler este site porque tenho acesso a internet limitado e controlado.
Construiram uma prisão perfeita, de invisíveis paredes.

 

Meu telefone de contato: 0039 0815266278 casa
                                  0039 3338089206 telemóvel
Os dois números estão sob escuta mas os ponho porque nunca se sabe, talvez alguem  consiga me contactar.
email: selenerenata@hotmail.com

uma aranha de sangue e céu tece lembranças...e não sei se cortar-me as veias ou deixá-las longas...